Durante muito tempo utilizámos imagens fotorealistas para apresentar os nossos projetos. São bonitas, impressionam e ajudam o cliente a visualizar o espaço.
Mas percebemos também um problema: quanto mais real parece uma imagem, mais facilmente é interpretada como uma representação exata do resultado final.
E um projeto ainda não é uma fotografia da obra acabada.
Na kidUplay, as primeiras imagens servem para discutir o conceito, as proporções, as cores, os materiais e a forma como o espaço vai ser vivido. Nesta fase ainda existem decisões a tomar e detalhes que naturalmente evoluem durante o desenvolvimento e a produção.
Por isso, passámos a privilegiar o traço de arquiteto e o guache. Continua a ser possível imaginar o resultado, mas a imagem assume claramente aquilo que é: uma ferramenta de projeto e de comunicação, e não uma promessa fotográfica.
À medida que o projeto avança, aumentamos também o nível de definição: confirmamos materiais, cores, dimensões e soluções construtivas.
O nível de realismo da imagem deve acompanhar o nível de definição do projeto.
É uma mudança aparentemente pequena na forma de apresentar. Para nós, tornou o processo mais claro, mais colaborativo e, sobretudo, mais próximo daquilo que fazemos todos os dias: desenhar espaços para depois os construir.
Primeiro desenhamos a ideia.
Depois construímos a realidade.
Tem um espaço em mente? Veja outras atmosferas Wood Play ou fale com a equipa kidUplay.